Capsulite adesiva (ombro congelado)

O corpo humano é a coisa mais extraordinária que existe, por inúmeros fatores.
O corpo cria mecanismos que muitas vezes nos deixam com um ponto de interrogação na cabeça, e o ombro congelado é um deles.

O ombro é a articulação com maior grau de movimento, e necessita de uma estabilidade muscular muito maior para proteção articular. Quando, sem motivo específico, você simplesmente começa perder movimentos, precisamos criar um alerta de que algo não está funcionando de forma habitual.

A etiologia da capsulite adesiva ainda é desconhecida, porém ela é caracterizada como uma síndrome dolorosa do ombro, que se inicia de forma progressiva com uma recuperação espontânea completa ou quase completa, num período variado de tempo, de 12 a 18 meses.
Os fatores de risco para capsulite adesiva incluem sexo feminino, idade acima de 40 anos, trauma anterior, entre outros fatores.

Ela é classificada como primária ou secundária, primária quando ocorre de forma idiopática, e secundária quando surge em decorrência de uma cirurgia ou uma causa específica que contribui para tal diagnóstico.

Subcategorias de ombro congelado secundário incluem fatores sistêmicos (diabetes mellitus e outras condições metabólicas), extrínsecos (doença cardiopulmonar, AVC, fraturas do úmero, doença de Parkinson) e fatores intrínsecos (patologias do manguito rotador, tendinopatia do bíceps, tendinopatia calcificada).

Muitas vezes por se recuperar de forma espontânea muitos médicos não indicam o tratamento fisioterapêutico, porém um tratamento bem feito, auxilia no retorno às atividades de vida diária muito mais rápido e funcional. Fora que ajuda muito no processo doloroso e no ganho de movimento.

Todos os nossos profissionais sabem muito bem como cuidar dessa lesão tão chata para o paciente. Então, por que você não aproveita e marca uma avaliação com nossos fisioterapeutas? Qualquer dúvida que tenha, estamos aqui para sanar.

KELLEY, Martin J. et al. Shoulder pain and mobility deficits: adhesive capsulitis: clinical practice guidelines linked to the international classification of functioning, disability, and health from the Orthopaedic Section of the American Physical Therapy Association. Journal of orthopaedic & sports physical therapy, v. 43, n. 5, p. A1-A31, 2013.

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